domingo, 23 de noviembre de 2008

OXOSSI
O Caçador de Almas
(OXOSSI EN LA UMBANDA) 6ta linea

A existência da força cósmica é um mistério, por isso dizemos que ela é mística. Sabemos que ela existe, mas como e porque é um mistério. A força mística, desconhecida, a energia que impulsiona ou que alimenta qualquer atividade de origem espiritual chama-se OXOSSI.

OXOSSI É A VIBRAÇÃO QUE INFLUENCIA NO MISTICISMO DAS ALMAS, QUE DOUTRINA E INTERFERE NOS MALES FÍSICOS E PSÍQUICOS.

Sua cor vibratória é verde, que representa a vegetação, sendo por isso o símbolo da manutenção, já que a mata abriga os alimentos e detêm o segredo dos remédios.

OXOSSI é caçador, é a própria flecha, identificando-se com o elemento ar, que é regulado pela vegetação.

O significado mágico* do seu nome está na formação da palavra
OX= ação + O= círculo ou circular e SSI= viventes na Terra

Por esse significado, OXOSSI é a força misteriosa que envolve os viventes na Terra.
* Significado mágico é o estudo da ORIGEM ESPIRITUAL da palavra, ou seja, através da Cabala Umbandista.

Esta linha agrupa os espíritos de caboclos e caboclas da mata que regem a lei da sobrevivência e a disciplina da obediência. Dela vêm os ensinamentos de como viver em grupo, respeitando o direito dos seus participantes, transmitindo também grandes ensinamentos de ajuda e solidariedade humana.

Suas LEGIÕES :
1. CABOCLOS PELES-VERMELHAS
2. CABOCLO ARARIBÓIA
3. CABOCLA JUREMA
4. CABOCLOS GUARANIS
5. CABOCLOS TAMOIOS
6. CABOCLOS TUPIS
7. CABOCLO URUBATÃO

Ervas para Banho - malva, folhas e flores do amor perfeito, guaco, erva cidreira, araçá, guiné, avenca, samambaia, alecrim do campo, manjericão, malva branca, sabugueiro, samambaia, lírio, alecrim do campo violeta, etc.

Cada falange pode trazer ervas diferentes, e isto cabe ao plano espiritual determinar qual mais adequada, e caso haja qualquer dúvida não utilizar ervas sem determinação do guia chefe ou mentor da casa. O poder mágico das ervas envolvidas em qualquer banho ou defumação ou ainda de amacis (ervas que banham o fundamento de orixá) são incomensuráveis, portanto merecem grande cuidado em sua utilização.

Amaci - água de mina, guaco, guiné, malva, hortelã, qualquer tipo de flor branca.

Cor das Guias e Velas - verde e branca, qualquer tipo de semente, dentes de animais, penas de aves. VERDE para o Orixá. Os caboclos, conforme suas vibrações usam colares de contas de rosário, dentes de animais, cordões trançados de folhas, etc., cada um carrega o seu escudo conforme sua necessidade vibratória, e também demonstram através de suas guias a própria hierarquia espiritual, e outras informações que somente o plano astral conhece.

Saudação - OKÊ! OKÊ! CABOCLO!

Planeta Regente - Vênus

Arcanjo - Arcanjo Haniel ou Anael

Sincretismo - São Sebastião

Data de Comemoração - 20 de Janeiro

Dia da Semana - Sexta-feira

Cor Vibratória - verde e branco

Representa para o ser humano o sexto raio cósmico - energia diriga a vontade, princípio da vida e da morte, o idealismo e a devoção.

Chácra correspondente - Esplênico (sobre o baço)

Pedra correspondente - quartzo rosa e turmalina rosa

Local para oferendas ou encontro vibracional - conforme a vibração

Ponto Cabalístico ou Ponto Riscado - Arco e Flecha
Cada entidade possui seu próprio sinal ou ponto riscado, que identifica seu campo vibratório, sua hierarquia divina e direção energética.


1. Caboclos Peles-Vermelhas
É a legião de caboclos e caboclas oriundos das civilizações Maia, Quíchua, Asteca, Inca, etc. Possuidores de grande sabedoria se apresentam como sacerdotes daquelas civilizações onde eram guardiães das ciências que se perderam através dos tempos. Normalmente falam um dialeto desconhecido e se fazem entender através de gestos. Assumem, contudo, a postura de caboclo e aos poucos vai se identificando com os costumes e dialetos destes, ou seja, auxiliados pela vibração de OXOSSI, se comunicam com as pessoas conforme a linguagem do local que se manifestam. exemplo, em São Paulo com as palavras das pessoas mais simples ou humildes daquela região, no Rio Grande do Sul, a linguagem regional também dos mais simples e humildes, e assim por diante. Procurando o padrão de comunicação adequado para se trabalhar a energia adequadamente, pois se imaginarmos um sacerdote egípcio ou maia, se comunicando conosco em sua língua de origem, não seria fechado o trabalho da compreensão e esclarecimento das almas envolvidas na questão. Vibram nas cores verde e branca e aceitam obrigações em locais ermos, distantes, mata adentro e de difícil acesso, tal qual os antigos templos. Em suas obrigações costuma-se oferecer vela verde, pano branco e verde (meio a meio) charutos, flores brancas, cerveja branca, folhas de alecrim e alfazema, além de incenso queimando.

2. Caboclo Araribóia
Legião dos caboclos que trabalham nas matas das montanhas. São os responsáveis pela Lei da Selva- Lei severa, Lei sem pena.
Quando entramos numa mata, sentimos o seu mistério e observamos como ela é rica em vidas. Nota-se a existência de uma harmonia natural e de um equilíbrio de forças na lei da sobrevivência. Lá nada é desperdiçado e tudo é aproveitado e usado dentro de um critério justo. Os caboclos que trabalham nesta falange ajudam os filhos que são injustiçados no seu direito de sustento e sobrevivência.
Vibram na cor verde escuro e aceitam obrigações nas matas das montanhas. O material normalmente utilizado nessas obrigações consta de pano verde, cerveja branca, charutos, qualquer tipo de flor e abóbora moranga.

3. Cabocla Jurema
Esta é a legião das caboclas oriundas do culto de Yacy (Lua). Elas representam à beleza natural da selva e o grande misticismo da flor e da folha. Trabalham com a força pura de OXOSSI E OSSÃE (orixá masculino das folhas-litúrgicas e medicinais, sincretismo com S. Benedito) com toda a magia que envolve a mata, transformando tudo em energia vital, que transmitem através de gestos graciosos, meigos. Vibram em todas as tonalidades de verde e recebem obrigações em qualquer lugar da mata que se acha acolhedor ou florido. Aceitam em suas obrigações em pano verde, com bordas brancas, vela verde, cerveja branca, charutos, mel de abelha, fitas de diversas cores (exceto preto) e todo o tipo de flor. Acrescenta-se pinga com mel, fumo de corda e moedas para OSSÃE.

4. Caboclos Guaranis
Legião de caboclos que trabalham como guerreiros, defensores da mata e de tudo que ela contém. A esta legião pertence Rompe-Mato. Apesar de Guerreiros, estes caboclos são conhecidos como “Falange da Paz“, pois onde trabalham os guaranis a paz deve existir.Vibram nas cores verdes e brancas e aceitam obrigações em qualquer lugar da mata, sendo que para Rompe-Mato será oferecida logo à sua entrada. O material a ser utilizado consta de pano verde com bordas brancas, vela verde, charutos, cerveja branca, abóbora moranga, sucos de frutas diversas, rosas vermelhas e brancas. Em sua obrigação não se coloca mel de abelhas, pois se trata de elemento que causa a famosa “quizila” dos africanos, ou aborrecimento, ou ainda ato de grande ofensa, que se faz com a entidade ou vibração.

5. Caboclos Tamoios
Legião de caboclos que trabalham na magia branca voltada para a sobrevivência.
São os caçadores de almas (catequese) e dominam a feitiçaria sendo por isso chamado de “bumba na calunga” ou domadores de feiticeiros.
Conhecem todos os segredos da mata a ponto de serem lembrados como os que atiram flechas para o ar. Mas apesar de tanto poder, são humildes e pacientes. Vibram em todas as tonalidades de verde e aceitam obrigações em qualquer ponto da mata. O material a ser utilizado em suas obrigações consta basicamente de pano verde, vela verde, charutos cerveja branca, moranga rodeada com arruda e guiné, mel de abelha, milho verde, e crisântemo de qualquer cor.

6. Caboclos Tupis
Esta é a legião dos caboclos de OXOSSI conhecidos como “flechas de fogo”. São os famosos Tatauys, jovens, ágeis e com muita habilidade na caça. A alcunha de “flechas de fogo” se deve ao seu caráter irrequieto e brincalhão, além de serem rápidos como um raio. Vibram nas cores verdes e brancas e aceitam suas obrigações em qualquer lugar da mata. O material utilizado em suas obrigações consta de pano verde com bordas brancas, vela verde, cerveja branca, charutos, sucos de frutas diversas, mela de abelha, moranga e flores diversas.

7. Caboclo Urubatão
Esta legião de caboclos trabalha nas colinas e montes onde haja muitas flores, pois são muito ligados à vibração de Oxalá. Representa a paz e a justiça e a ordem que existe na “macaia” (mata). Os caboclos desta legião dificilmente incorporam. Quando chegam a usar um médium é como missão cármica. Vibram nas cores azul e branca. O material normalmente utilizado em suas obrigações consta basicamente de pano branco com bordas verde (ou azul), cerveja branca, charutos, moranga, mel de abelha (muito importante na obrigação) rosas brancas ou qualquer tipo de flor branca.
OGUM
A Força Transformadora


(Ogum en la Umbanda) 7ma linea

OGUM= AG + AUM = FOGO + SALVAÇÃO/INOVAÇÃO/GLÓRIA

OGUM= FOGO DA SALVAÇÃO ou FOGO DA GLÓRIA ou FOGO DA INOVAÇÃO

A salvação significa a volta a Deus: a glória representa o vencedor de uma luta; a inovação significa a modificação ou a transformação. Juntando todas as palavras traduzidas teremos = luta sagrada pela transformação.

Suas LEGIÕES :

1. OGUM BEIRA MAR (inclusive OGUM SETE ONDAS)
2. OGUM ROMPE MATO
3. OGUM MEGÊ
4. OGUM NARUÊ
5. OGUM MATINATA
6. OGUM YARA
7. OGUM DELÊ ou OGUM DE LEI


Ervas para Banho - Folha de coqueiro (mariô), casca de alho, espada de ogum, losna, samambaia, menta, mostarda, guiné, casca de cebola, alcachofra, aspargo arruda, jurubeba, romã, aguapé, comigo-ninguém-pode, espada de São Jorge, porangaba, tanchagem, cravo branco/vermelho, folhas de coqueiro, azaléia, folha de jabuticabeira

Amaci - água de mina, guaco, arnica, funcho, hortelã, cravos vermelho-brancos.

Cor das Guias e Velas - vermelha, vermelha e branca.

Saudação - OGUNHÊ!

Planeta Regente - Marte

Arcanjo - Arcanjo Camael

Sincretismo - São Jorge (é o soldado que vence as demandas)

Data de Comemoração - 23 de Abril

Dia da Semana - Terça-feira

Cor Vibratória - vermelho e branco

Representa para o ser humano o sétimo raio cósmico - Ordem ritual

Chácra correspondente - Plexo-Solar

Pedra correspondente - rubi

Local para oferendas ou encontro vibracional - conforme a vibração

Ponto Cabalístico ou Ponto Riscado -


1. Ogum Beira Mar
Conhecido também por Ogum do Mar ou Ogum das Ondas. Na areia molhada é considerado Beira-Mar e nas ondas é conhecido como Sete Ondas. Ele faz ronda da beira da praia até o alto mar. Aceita obrigações na areia molhada, que consistem de vela branca, vela vermelha, cravos brancos e vermelhos, cerveja branca, charutos.

2. Ogum Rompe Mato
Sua falange trabalha cruzada com Oxossi, rondando, participando da energia das matas, nas pedreiras encontramos Ogum das Pedreiras, neste caso trabalha com Xangô, vibrando nas cores branca e vermelha ou verde e vermelha conforme a sintonia com o orixá. Nesse caso, entendemos ser caso de guia cruzado, ou seja, trabalha em duas linhas simultaneamente. O material utilizado em oferendas é o mesmo as matas, portanto, sua cor vibratória às vezes também é verde. para Ogum Beira Mar, com exceção a cor das velas utilizadas conforme a vibração da entidade.

3. Ogum Megê
Lida diretamente com a Linha das Almas, ou seja, seu campo vibratório está na calunga pequena, ou seja, nos cemitérios, mais precisamente na calçada do cemitério. As oferendas deverão ser entregues em seu campo vibratório, consistindo de cerveja branca, charutos acesos, cravos brancos, espada de Ogum, tudo assentado em pano branco com bordas vermelhas, acompanhadas por velas de cores vermelha e branca.

4. Ogum Naruê
Esta falange de Ogum trabalha desmanchando a magia negra opera dentro das linhas das Almas, exercendo especial domínio sobre as almas quimbandeiras. Possue conhecimentos seculares, acumulados por Magos, Feiticeiros, Xamãs, Exorcistas, Pajés, Sacerdotes das mais variadas partes do Mundo, portanto seria considerado todo o conhecimento adquirido nesta e em outras Galáxias, precisando, portanto da sabedoria e justiça relacionam-se ora na vibração de Xangô ora na vibração de Ogum Megê. Recebe então suas oferendas tanto nas matas, junto das pedreiras, como nas calçadas que rodeiam a calunga pequena. Suas obrigações são acompanhadas por uma pedra-ímã, ou de materiais condizentes com a necessidade eminente e em conformidade com a magia a ser combatida.

5. Ogum Matinata
Defende os campos onde se assentam as obrigações para Oxalá, principalmente nas colinas floridas. É uma falange muito difícil de incorporar, poucos médiuns conseguem tê-lo como guia. Apesar de receber suas obrigações nas colinas, como para Oxalá, seu domínio é o Espaço Sideral ou Caminhos que a Terra percorre, bem como de todos os planetas, asteróides, cometas, etc. Quando se viaja de avião, ou apelamos para o bom vôo das aves que migram, apelamos pela proteção desta vibração. Suas obrigações consistem de cerveja branca, vela branca, cravo branco, entregues em campos ou colinas floridas. Apesar de rondar os campos de Oxalá, não é a linha que vibra diretamente com este.

6. Ogum Yara
É a falange que ronda os rios, lagos e cachoeiras. É o grande colaborador dos trabalhos de Oxum. Pede-se o seu auxílio e proteção em todas as oferendas aos guias destes campos vibratórios. Tal como na lenda do Rei Artur que recebeu sua espada da fada do lago, Ogum Yara se identifica com as mulheres guerreiras da História Real como Santa Joana D’Arc, responsável pela unificação da França, defensora dos oprimidos pelo poder dos dirigentes políticos, ou seja, pela justiça social. Colabora com Oxum em todos os trabalhos dirigidos à fertilidade, prosperidade, beleza essencial da alma que reflete na matéria, etc. Suas oferendas consistem dos mesmos materiais de Ogum Beira Mar, acompanhados de flores conforme a necessidade e direção do trabalho.

7. Ogum Delê
Esta falange carrega a vibração pura de Ogum. Efetua sua ronda sobre o mundo. É a própria lei que rege os reajustes cármicos. Aquele que nos liberta das batalhas enfrentadas em diversas encarnações, contra diversos inimigos, ou contra nossos princípios negativos que interferem em nossa evolução espiritual. Vibra nas cores vermelha e branca e suas obrigações são oferecidas em qualquer lugar do mundo, desde que seja no tempo. O material normalmente usado é o mesmo que para Ogum Matinata, porém acrescido de uma vela oferecida para o orixá Tempo.

lunes, 3 de noviembre de 2008

Creencias y costumbres de ayer y hoy sobre el Día de Muertos en Yucatán
Un sacerdote maya habla de la herencia de los antecesores

En la conmemoración del Día de Muertos se mantienen costumbres ancestrales como la de poner hilo negro en la muñeca de la mano derecha a los hijos pequeños para que no se los lleven las ánimas; se concluyen labores domésticas para que no lloren las almas y hagan este trabajo; la gente acostumbra dormir temprano para no molestar a los espíritus, y se colocan altares para niños, adultos y el ánima sola.

Los mayas creían en la inmortalidad del alma o pixán y en su eterna existencia después de la muerte. Y el culto a los muertos en Yucatán es una tradición que se heredó de los ancestros, dice Valerio Canché Yah, presidente de la organización Kuch Kaab Yéetel J-Men Maaya'ob (Consejo de Ancianos y Sacerdotes Mayas).

“El pueblo maya tuvo una de las tradiciones muy arraigadas, el llamado Hanal Pixán. Con el paso del tiempo se han perdido algunos elementos de originalidad; sin embargo, en la actualidad algunas creencias persisten”, añade.

El culto a los muertos entre el pueblo maya lleva el nombre de U Janal Pixán, que significa la comida del espíritu, indica Canché.

De acuerdo con una investigación que realizó Canché Yah, entre las creencias del culto a los muertos las familias que tienen hijos pequeños les ponen un hilo negro en la muñeca de la mano derecha como un distintivo del ser vivo, porque se considera que si no los marcan se los pueden llevar los espíritus... Se procura que nueve días antes del 31 de octubre deben estar listos los preparativos para el Hanal Pixán.— Claudia Ivonne Sierra Medina
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